domingo, 7 de abril de 2013

Muito bom!

Capa_5_edicaoO livro "O Combate a Corrupção nas Prefeituras do Brasil" é um guia para a detecção de corrupção no âmbito municipal e de mobilização da sociedade civil para o controle social. Foi escrito a partir da experiência da AMARRIBO Brasil, da Rede AMARRIBO Brasil-IFC.
A publicação descreve as principais formas que assume a fraude municipal, indica instâncias públicas de denúncia e apresenta casos práticos de participação cidadã. Também é contada a história do movimento que se iniciou em Ribeirão Bonito para combater a corrupção municipal e se disseminou pelo Brasil. Sua última edição conta ainda com informações sobre as recentes conquistas nacionais da sociedade civil, como a Lei da Ficha Limpa e a Lei de Acesso à Informação.
A versão eletrônica é disponibilizada gratuitamente em português e espanhol. 

Chapas que disputam OAB do Amapá pedem impugnação uma da outra

Após a chapa “Ética é a Ordem”, encabeçada pelo procurador Narson Galeno, pedir a impugnação da candidatura do advogado Paulo Campelo para concorrer à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil – Secção Amapá (OAB-AP), a chapa “OAB no Rumo Certo” também contesta a candidatura de Galeno. Os pedidos foram protocolados ontem (5) na Comissão Eleitoral da OAB-AP a quem caberá decidir sobre o pleito.
Campelo pede a retirada do procurador Narson Galeno do pleito, por suspeita de que ele e mais alguns procuradores do Estado fizaram acordos extrajudiciais irregulares com empresas e indivíduos que tinham ações contra o Estado. Galeno prestou depoimentos na Polícia Federal sobre o caso em mandado expedido pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça).
Segundo o pedido de Paulo Campelo, a OAB proíbe que candidatos que não possuem conduta ilibada possam disputar a eleição da entidade. O comunicado de Campelo à imprensa estava cheio de insinuações que ligariam Galeno a investigados da Operação Mãos Limpas e cita outros procuradores de Estado, colegas de Galeno.

Efeitos da alta concentração de ferro na água começa a preocupar população de Santana

A comunidade do Elesbão, localizada próximo da área onde caiu o píer flutuante de 200 metros da mineradora Anglo American, começa a sentir os efeitos da contaminação da água do rio Amazonas. A quantidade ainda é incerta, mas sabe-se que foram toneladas de minério de ferro e demais detritos que caíra na água no dia 28 de março, quando aconteceu o acidente que vitimou seis pessoas.

Se não for possível retirar todo o material que foi para o fundo, especialistas acreditam que pode ocorrer o assoreamento do rio, afetando a biologia aquática e a população que utiliza o líquido.
O excesso de ferro no organismo provoca vômitos, diarreia e problemas intestinais, cardíacos e diabetes. Já a carência dele pode causar anemia. Esse elemento químico atua na formação da hemoglobina – pigmento do glóbulo vermelho que transporta oxigênio dos pulmões para os tecidos.
O acúmulo de ferro no fígado, no pâncreas e no coração pode levar a cirrose e tumores hepáticos, diabetes mellitus e insuficiência cardíaca, respectivamente. O ferro em excesso pode ajudar a gerar quantidades excessivas de radicais livres que atacam as moléculas celulares, desta forma aumentando o número de moléculas potencialmente carcirogênicas dentro deles.
Não tóxico
De acordo engenheiro florestal, Elielson Borges da Silva, apesar de não se constituir em um tóxico, o ferro traz diversos problemas para o abastecimento público de água. Confere cor e sabor à água, provocando manchas em roupas e utensílios sanitários. Também traz o problema do desenvolvimento de depósitos em canalizações e de ferro-bactérias, provocando a contaminação biológica da água na própria rede de distribuição. 
Somente o cloro não limpa e nem melhora o gosto da água com excesso de ferro. É necessário o uso de filtro com carbono ativado ou filtro de carvão para remover o ferro e limpar a água.
AP DIGITAL

No período de 10 a 13 de abril, o surfe nas ondas da pororoca

Os telespectadores que se interessarem, conhecerão o encontro das águas do rio Amazonas com as águas do oceano Atlântico, um dos maiores espetáculos da natureza, conhecido popularmente como pororoca. A pororoca amazônica é a mais importante do mundo e, no Estado do Amapá o fenômeno acontece no município de Cutias do Araguari.
ImagemFOTO: AP DIGITAL

Após muita polêmica, Pedra Branca possui um Prefeito...

Na eleição suplementar de Pedra Branca do Amapari, realizada neste domingo (7), Genival Gemaque foi eleito o novo prefeito do município, tendo como vice Nanci de Souza. Dos 8.091 eleitores aptos a votar no pleito, 3.344 votaram em Genival e 2.962 votaram no outro candidato, Wilson Sousa.
O resultado da eleição ficou conhecido do público 40 minutos depois do fechamento das urnas, Genival Gemaque e Nanci Brito venceram a eleição com o percentual de 53,03% dos votos válidos. Sendo que o número de abstenções foi de 1.674 eleitores, o que corresponde a 20,69% do eleitorado de Pedra Branca.
Foram 28 votos em branco e 83 votos nulos, nenhuma urna teve de ser substituída ao longo do pleito.
Serviço:
Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Amapá

CAMINHADA PELAS VÍTIMAS DO ACIDENTE DO PORTO DA ANGLO EM SANTANA



Na última sexta feira, a comunidade de Santana mobilizou-se e realizou uma caminhada até o portão da Empresa Anglo American Ferrous em solidariedade às famílias das vítimas do acidente. Pessoas foram vestidas de branco, com balões e rosas nas mãos.

Esperamos que as autoridades tomem as devidas providências!

JUSTIÇA E TRABALHO INFANTIL


As inscrições podem ser feitas pelo e-mail seminário.trt5@trt5.jus.br, ou pelos telefones (71) 3319-7158/7160.

Grupo de professoras da educação especial ganha ação contra o governo do Amapá por assédio moral

O Governo do Amapá foi condenado a pagar R$ 26 mil de indenização a um grupo de professoras do Centro Educacional Raimundo Nonato Dias Rodrigues, que atende alunos especiais, por conduta de assédio moral e abuso de poder. A diretora do Centro, Maria de Fátima Reis Brício, também foi condenada ao pagamento dos mesmos R$ 26 mil. Juntos, tanto a diretora quanto a gestão do governador Camilo Capiberibe (PSB) devem pagar R$ 520 mil.
Esse é o primeiro caso com desfecho em condenação à gestão do governador Camilo Capiberibe (PSB) por assédio moral movido por professores. Desde 2011 o sindicato da categoria vem denunciando a prática que se intensificou durante a greve de quase três meses no ano passado. A perseguição consistia principalmente, segundo o sindicato, em devolução de servidores à Secretaria da Educação sem justificativa.
No último sábado (6), os advogados das dez professoras que foram afastadas do Centro Raimundo Nonato e que posteriormente foram reconduzidas aos cargos por decisão em caráter liminar entraram com nova petição no Juizado Especial Criminal. A medida contra a diretora Maria de Fátima Brício e o Governo do Estado decorrem do fato de estarem descumprindo a determinação judicial.
A sentença do juiz Luciano Assis é do último dia 12 de março. Ele determina o retorno das professoras Vanda Maria Costa Alves, Elcicleya Isabel Farias da Cunha, Marial Alves Pinheiro, Elcira de Souza Braga, Mary Luci, Juceli e mais quatro funcionárias para o Centro Educacional Raimundo Nonato. O grupo havia sido devolvido à Secretaria de Estado da Educação (Seed) pela diretora Maria de Fátima, porque não concordava com a opção política da diretora, que é filiada ao PSB. Em razão disso, a mesma fez uso do cargo para perseguir as professores sob a prática de abuso de poder e assédio moral.
Desacato
De acordo com a decisão do juiz Luciano de Assis, as professoras deveriam ser reconduzidas aos seus referidos cargos de origem para o qual prestaram concurso público no dia 14 de março. A multa diária para o descumprimento da decisão era de R$ 1 mil. A decisão não foi cumprida no prazo e o grupo de professoras só retornou para suas atividades no Centro Raimundo Nonato na última quinta-feira (4).
A alegação da Secretaria da Educação foi de que a intimação da Justiça Estadual foi expedida diretamente para a servidora Regina Valente, responsável pela Unidade de Controle de Lotação da Seed, porque foi ela quem emitiu o documento retirando o grupo de educadoras da sala de aula. A Seed alegou que a intimação deveria ter ido endereçada para a secretária da pasta. 
Segundo pesquisa realizada pela revista francesa "Rebondir", especializada em questões de emprego, são os funcionários públicos os mais penalizados pela prática de assédio moral. A instituições públicas também são as que apresentam o maior índice de suicídios ligados ao assédio moral, muito embora a proporção de casos seja quase a mesma para organizações públicas (29%) e privadas (30%).