domingo, 21 de abril de 2013

Situação de funcionários do Caixa escolar e da UDE

Desde a assinatura do Termo de Ajuste de Conduta (TAC), assinado pelo Ministério Público do Trabalho – 8ª Região e o Governo do Estado no último dia 10 de abril, muitas especulações surgiram acerca da situação dos mais de 3 mil trabalhadores que prestam serviços nas escolas e na sede da Secretaria de Estado da Educação (Seed).
Diante dessa situação a secretária de Estado da Educação, Elda Araújo, juntamente com a secretária de Apoio a Gestão, Lúcia Furlan, o secretário de Estado do Esportes e Lazer, Mário Brandão, e o procurador geral do Estado, Antônio Kleber de Souza reuniram-se na tarde deste sábado, 20, no Ginásio Avestino Ramos, com os funcionários da Unidade Descentralizada de Execução (UDE) e Caixa Escolar, para fazer todos os esclarecimentos necessários à categoria.

Você vai ajudar a apertar esse gatilho?

Diante de tanta discussão e polêmica acerca do tema, não resisti e vou tocar no assunto!
Bem, pra iniciarmos a nossa conversa, se faz necessário esclarecer algumas informações sobre a questão da maioridade penal, pois nem todas as pessoas entendem profundamente sobre o assunto. 
A maioridade penal, também conhecida como "idade da responsabilidade criminal", é a idade a partir da qual o indivíduo pode ser penalmente responsabilizado por seus atos, em determinado país ou jurisdição. Em alguns lugares, essa maioridade penal não coincide, necessariamente, com a maioridade civil, nem com as idades mínimas necessárias para votar, para dirigir, para trabalhar, para casar etc. 
No nosso País, a maioridade ocorre aos 18 anos, segundo o artigo 228 da Constituição Federal reforçado pelo artigo 27 do Código Penal e pelo artigo 104 do ECA (Lei nº 8.069/90). Isto posto, só pra você compreender, os crimes praticados por indivíduos adultos quando realizados por pessoas com idade abaixo de 18 anos são legalmente chamados de “atos infracionais” e seus praticantes são vistos como “adolescentes em conflito com a lei”. 
No que se refere às penalidades previstas, em se tratando de adolescentes, elas são chamadas de “medidas socioeducativas” e se restringem apenas aos adolescentes (pessoas com idade compreendida entre 12 anos de idade completos e 18 anos de idade incompletos. Todavia, a medida socioeducativa de internação poderá ser excecionalmente aplicada ao jovem de até 21 anos, dependendo do caso.
O ECA estabelece, em seu artigo 121, § 3º, quanto ao adolescente em conflito com a lei, que “em nenhuma hipótese o período máximo de internação excederá a três anos”, por cada ato infracional grave. Após esse período, ele passará ao sistema de liberdade assistida ou semiliberdade, podendo retornar ao regime fechado no caso de regressão. 
Sem nenhuma dúvida, a Lei nº 8.069/90 foi um dos maiores acertos de nosso sistema legal, bem... pelo menos na teoria, pois na prática, não tem sido adequadamente concretizada. 
O fato é que diversas discussões vem acontecendo, no âmbito da sociedade brasileira, com vistas a propor possíveis alterações na leis que tratam sobre a matéria - mais especificamente pra que haja a redução da maioridade penal para 16 anos. Tal assunto têm provocado acalorados debates entre especialistas de diversas áreas, autoridades e até mesmo entre leigos no assunto. Contudo, o mais indicado é observar os debates, analisar cada ponto de vista para poder tomar um posicionamento. 
Na minha trajetória profissional, inclusive com atuação no Centro Sócioeducativo de Internação Masculina do Amapá (2004) e no Centro Açucena - liberdade assistida em Santana (2005), tenho percebido e constatado que a maioria das pessoas sequer conhecem o Estatuto. No máximo leram o índice do livro. E pasmem! Nem mesmo os legisladores se esforçam em conhecê-la. Ainda bem que o atual ministro da justiça, Eduardo Cardoso, admitiu que não conhece profundamente sobre o assunto e pediu cautela na aprovação de leis como a que foi proposta pelo Alckmin. Ufa!
Ora, desde o seu surgimento, o Estatuto da Criança e do Adolescente fez a substituição do termo "menor" pelos termos criança e adolescente, definindo assim a condição de infância e de adolescência e combatendo a ideia de relação de poder entre adultos e crianças - menor x maior. Todavia, são muitos os textos que ainda utilizam termos pejorativos.
A doutrina da situação irregular (conforme estabelecia o Código de Menores) em favor da doutrina da proteção integral (ECA) veio estabelecer que seria "obrigação da família, da sociedade e do Estado" assegurar os direitos desses indivíduos, por estarem ainda em pleno desenvolvimento e amadurecimento psíquico. E me digam, como isso pode ocorrer senão através da implementação de políticas públicas sérias, principalmente nas áreas da educação, saúde e assistência social? 
Diante de um momento onde o nosso País atravessa uma crise econômica, política e de valores, estando inundado na lama da corrupção e alastrado pela violência de toda ordem, surgem propostas de leis que, no mínimo, irão trazer consequências desastrosas para o futuro da maioria das crianças e adolescentes brasileiras. Pois afinal, a quem irá atingir a maioridade penal nesse País, senão aos pobres, negros e moradores de periferias? 
Ao invés disso, porque não investir mais na educação? no pagamento digno de professores? na saúde? na cultura e no esporte? Enfim, onde o dinheiro público deveria estar realmente sendo aplicado. 
Quando assisto aos espetáculos midiáticos promovidos por meio das declarações de gestores que ao falarem sobre segurança pública oferecem tão-somente "soluções mágicas", imediatistas e corretivas; penso imediatante na falta de leitura sobre o tema, na incapacidade dessas pessoas em lidar com o assunto, da carência de estudo e de dados concretos nos estados brasileiros sobre a situação do adolescente em conflito com lei e por fim, da falta de planos consistentes na área da segurança pública brasileira.
Senhoras e senhores, leitores deste blog, devo informá-los que o Brasil possui uma das maiores populações carcerárias do mundo, segundo dados da International Center for Prison Studies. Nosso País está atrás apenas dos Estados Unidos, da China e da Rússia. E estima-se que o déficit nos presídios brasileiros seja superior a 200 mil vagas. Para que essas vagas sejam preenchidas, seria preciso investir mais de R$ 6 bilhões de reais, de acordo com estimativas feitas por um ex-diretor do DEPEN, Dr. Maurício Kuehne. Isso sem contar com a possibilidade da redução da maioridade penal. 
Além disso, segundo estudo feito pelo Conselho Federal de Psicologia (2008), no percurso feito pelo individuo adulto que cumpre a pena em regime fechado, podem ocorrer dois fenômenos: vínculos diferenciados podem ser estabelecidos dentro do cárcere. Portanto, presos que atuavam isoladamente, tendem a se organizar dentro do sistema, criando uma nova identidade. Por outro lado, aqueles entre os egressos que não tenham sido “capturados” por essa dinâmica e que estejam sinceramente dispostos a não mais delinquir carregarão para sempre o fardo de terem cumprido pena de prisão. Fato este que, muito provavelmente, o "empurrará" novamente para a prática do delito. Ora, se isso ocorre com os adultos, supostamente mais maduros, imaginem com os adolescentes que muito provavelmente sairão ainda jovens do sistema carcerário. Um longo caminho pela frente! 
Por outro lado, as medidas sócio-educativas previstas no ECA para adolescentes tem por objetivo a "reeducação" e "reintegração" dessa demanda à sociedade. Tais medidas estão previstas no artigo 112 da referida lei e são as seguintes: advertência; obrigação de reparar o dano; prestação de serviço à comunidade; liberdade assistida; inserção em regime de semiliberdade e internação. Ao aplicá-las o Magistrado da Infância e da Juventude poderá se fundamentar na capacidade do adolescente em conflito com a lei em cumpri-la, nas circunstâncias do fato e na gravidade da infração cometida.
Contudo, tais medidas só poderão se tornar eficazes, se houver investimento sério nas unidades que atuam junto a essa demanda, pois o diferencial está no trabalho sócioeducativo grupal e com as famílias. Além disso, há a urgente necessidade de se investir na prevenção, especialmente nas áreas da educação, esporte e cultura.
Portanto, a diminuição da idade para imputabilidade penal não resolverá o problema da violência em nosso País, pois o mandante do crime, sendo maior de dezoito anos, permanecerá atuando, recrutando outros jovens, pois, se os menores de dezoito anos são instrumentos dos criminosos adultos, os menores de dezesseis anos também o serão, com maior probabilidade. Desta forma, finalizo esse texto com as palavras de Saulo Bezerra: 
"A diminuição da idade penal não será capaz de impedir que amanhã sejam recrutados aqueles entre 14 e 16 anos de idade, ou mesmo os mais jovens. E a partir daí, qual será a simplista solução a ser proposta? Por certo continuaremos o mesmo processo de redução sem discussão das verdadeiras causas a serem atacadas, quando então no Brasil até mesmo o recém-nascido merecerá punição por ser um 'criminoso em potencial' ".(2002, p. 255)
Escrito por Elizabeth Guedes

CONCORDO PLENAMENTE!

O Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) da ONU divulgou, em março, o relatório com os dados do último Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que avalia a educação, renda e longevidade de vida em 187 países. O Brasil teve um avanço significativo e reconhecido mundialmente por conta do fortalecimento econômico, principalmente na última década. Porém, o País se mantém em 85º lugar, com 0,730 de IDH, próximo à Jamaica e Armênia, e cresce em ritmo mais lento do que quase todos os países dos Brics (Brasil, China, Rússia e Índia) e da América do Sul.

Se compararmos a evolução do índice ao de países da América Latina, novamente o País fica abaixo da média, de 0,741. No entanto, o relatório insere o Brasil no grupo de países com "alto desempenho" a partir da própria escala do estudo que vai de 0 a 1, e classifica como bons IDHs próximos à marca máxima.

Faleceu Corrêa Neto

Faleceu hoje, o grande jornalista Antonio Corrêa Neto. Ele teve uma parada cardíaca na madrugada, foi para a UTI do Hospital São Camilo, mas não resistiu. O velório está acontecendo desde as 12 horas deste domingo, na Capela Santa Rita, na avenida Mendonça Furtado, próximo ao Hospital São Camilo.

Agradeço suas contribuições à este blog, pois sempre tratou de assuntos importantes e com muita responsabilidade!

Excelente entrevista realizada pelo Diário do Amapá com Antônio Feijão sobre o acidente do Porto


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A convite do Diário do Amapá ele faz uma avaliação preliminar sobre a tragédia que resultou até agora num saldo de três operários mortos e três desaparecidos, e um gigantesco dano ambiental provocado pelo desmoronamento de pilhas de minério de ferro nas águas do rio Amazonas, na semana passada. Feijão também diz estar juntando farta documentação e fotos de satélite para dar base a um relatório que deverá apresentar em Brasília na próxima segunda-feira. Segundo sua tese, houve uma sobrecarga na área do porto de embarque de minérios da mineradora Anglo.

Sobre o acidente no Porto da Anglos.. Estaremos acompanhando até o resultado final!

Falta pouco para completar um mês do trágico acidente ocorrido no porto da mineradora Anglos Ferrous, no município de Santana. Desde então, secretarias de Estado, Assembleia Legislativa, prefeituras, vereadores e a população dos municípios de Porto Grande, Pedra Branca do Amapari e Serra do Navio participaram nos dias 17,18 e 19 deste mês, de audiências públicas para discutir as providências que serão adotadas após o desastre.

Durante as discussões, cada órgão e entidades envolvidas apresentaram à população todas as medidas que estão sendo tomadas pelo Estado e pela empresa desde o momento do acidente.
Durante o encontro, o diretor do Imap Maurício Souza, esclareceu à população todas as ações realizadas pelo órgão em relação ao acidente, e citou a notificação à empresa, o monitoramento da área, a formação de um grupo de trabalho de governo responsável pela elaboração do laudo técnico sobre as possíveis causas do acidente, a autuação da empresa por crime ambiental e a busca por alternativas para a não paralisação das atividades da Anglo no Estado, o que causaria desempregos e afetaria diretamente a economia do Amapá.
O Relações institucionais da mineradora Anglos Ferrous, Bruno Cei, destacou para a população todas as atividades que estão sendo realizadas na área do acidente, bem como o apoio dado aos familiares das vítimas, e os esforços do Governo para que haja continuidade dos trabalhos da empresa.
Durante a audiência diversos questionamentos foram apresentados pela população, destacando a cobertura dos vagões do trem durante o transporte do minério, que segundo os populares durante o percurso deixam cair fragmentos pela região, a manutenção do porto, o asfaltamento da estrada, a destinação que o Estado dará ao valor da multa recebida pela empresa, por meio do auto de Infração emitida pelo Imap, e principalmente quanto possíveis demissões na empresa.
Quanto à destinação do valor da multa o diretor do Imap disse que "há possibilidade do mesmo ser investido em melhorias para os municípios, mais que este valor ainda poderá ser contestado pela empresa e que não será pago de imediato ao estado".
Maurício informou ainda que nas próximas semanas encaminhará uma equipe técnica para averiguar a denúncia feita por populares sobre o derramamento de minério pela via férrea durante o transporte do produto na região.
O Diretor do Departamento de Recursos Minerais da Seicom, Márcio Pimentel, falou sobre o empenho do Governo e do secretário de Estado da Indústria, Comércio e Mineração, José Reinaldo, em proporcionar melhorias no setor de exportação do Estado.
Resumo da matéria por Karla Marques/Secom

Psicologia e Educação, avançando nas práticas

O documento, produzido por uma comissão de especialistas, foi apresentado durante as falas das debatedoras, que traçaram um panorama da inserção da Psicologia na Educação Básica e apontaram os desafios que a categoria ainda precisa enfrentar no campo.
Para a psicóloga e professora da Universidade Federal de Rondônia, Iracema Tada, o grande desafio é estabelecer um diálogo entre a (o) psicóloga (o) e os demais profissionais que atuam na escola para que não haja um trabalho partido, mas sim conjunto. “Temos que estar em interlocução com aqueles com quem vamos trabalhar, produzir novos arranjos. O psicólogo deve contribuir para manter em exercício redes de atenção à vida, redes que foquem as potencialidades dos indivíduos”, aponta.
Além disso, ela alerta para a necessária compreensão do ambiente escolar como forma de otimizar a atuação da Psicologia na Educação. “O cotidiano escolar é composto de fatos e contradições que permeiam o ensinar e o aprender, que interferem na forma da (o) psicóloga (o) executar o seu trabalho”, explica.

Ajude o senado a elaborar lei eficazes



O Senado abriu um link em sua página com a proposta de que que todos os cidadãos possam participar da elaboração de leis relacionadas ao processo de inclusão de pessoas com deficiência. Além disso, as pessoas podem acompanhar as proposições que estão atualmente em tramitação.

AUTISMO EM FOCO NO AMAPÁ

Câmara de Vereadores de Santana aprova por unanimidade, projeto de  Lei que institui a Política Municipal dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista

Foto: Agradecimentos aos Vereadores: Coló, Adelson Rocha, Barriga, Socorro Balieiro, Anderson, Josivaldo Abranches, Jailson e Robson Coutinho, pela votação por unanimidade na Câmara de Vereadores, contribuindo para o sucesso da aprovação de leis na área da educação especial e do atendimento de pessoas com transtornos de linguagem...
No último dia 18, a Câmara Municipal de Vereadores aprovou, por unanimidade, o projeto de  Lei que institui a Política Municipal dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Dentre as diretrizes, a Lei prevê a intersetorialidade no desenvolvimento das ações e das políticas e no atendimento à pessoa com transtorno do espectro autista, a atenção integral às necessidades de saúde da pessoa com transtorno do espectro autista, objetivando o diagnóstico precoce, o atendimento multiprofissional e o acesso a medicamentos e nutrientes e o incentivo à formação e à capacitação de profissionais especializados no atendimento à pessoa com transtorno do espectro autista, bem como a pais e responsáveis. 
Na área da educação, o aluno com transtorno do espectro autista matriculado, tanto em escola municipal pública quanto em escola privada, deverá ser incluído nas classes comuns de ensino regular e terá direito ao atendimento educacional especializado, com a aplicação de métodos de intervenção que possuam reconhecida eficácia científica e, quando comprovada a necessidade através da equipe de profissionais da escola, terá direito também a um profissional de apoio em sala de aula para prestar auxílio específico nas atividades da vida diária escolar.
Foto: Agradecimentos aos Conselheiros Tutelares Lene Pacheco Pacheco, Pedro e Gilson Duarte pela participação na Câmara de Vereadores, pois contribuíram para o sucesso da aprovação de leis na área da educação especial e do atendimento de pessoas com transtornos de linguagem... Vcs sempre comprometidos com as causas que envolvem a área da infância e juventude!O Conselho Tutelar de Santana se fez presente através dos Conselheiros Lene Pacheco, Pedro Freitas e Gilson Duarte. Também estavam participando professores, familiares e profissionais da Promotoria de Justiça sensíveis à causa.
O autor do projeto de Lei é o Vereador Coló, sendo que participaram da sessão e votaram a favor da proposição, os seguintes vereadores: Anderson, Socorro Balieiro, Josivaldo Abranches, Robson Coutinho, Jailson Matos, Adelson Rocha, Vicente Marques e Ronilson Barriga.


A lei também prevê punições aos gestores que se recusarem a matricular essas crianças na escola, através de multas, perda de cargo e na esfera criminal.
Após a aprovação da Câmara, o Prefeito do Município de Santana deverá sancioná-la. Há uma petição eletrônica que está colhendo assinaturas. Participe: http://www.avaaz.org/po/petition/Instituir_a_Politica_Municipal_de_Protecao_dos_Direitos_da_Pessoa_com_Transtorno_do_Espectro_Autista_em_Santana_AP/?pv=18
Projeto que capacitará professores em autismo no Amapá é selecionado pela Petobrás
Dentre os 176 projetos sociais e ambientais contemplados por meio de seleção pública através da PETROBRÁS, foi selecionada a proposta da Associação de Pais e Amigos dos Autistas do Amapá que prevê ações para combater o preconceito e a desinformação em relação às crianças com autismo. Estão previstos cursos, seminários, painéis entre outras iniciativas para capacitar educadores e torná-los multiplicadores dos conceitos de inclusão. O fundador da instituição, Frank Benjamim Constant, enfatizou que o ideal é que todas as pessoas estivessem aptas a lidar com as diferenças dos seres humanos, mas ressaltou que a iniciativa é parte dos esforços em prol de uma sociedade inclusiva. A AMA/AP sempre atuou com compromisso e em prol da causa, mesmo com todas as dificuldades financeiras que atravessava. A instituição irá receber R$ 1,6 milhão para implementação de suas propostas.
Parabéns ao casal Frank e Jane.